Lobato
Notas metodológicas (amostra, quantidades utilizadas)
A pesquisa de campo adotou abordagem mista (qualitativa e quantitativa) dentro de um desenho sócio-espacial em três fases: (1) preparação: revisão bibliográfica/documental/cartográfica e de geoprocessamento, visita de reconhecimento, contato com lideranças e elaboração/validação dos instrumentos; (2) trabalho in loco: sequência de visitas técnicas com roteiro por setores, aplicação de questionários e entrevistas; (3) pós-coleta: tratamento, tabulação e organização dos resultados. Os dados primários foram levantados no bairro do Lobato (Salvador/BA) no 1º semestre de 2019 por discentes da UNIFACS, orientados a subsidiar um diagnóstico socioeconômico-ambiental.
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O plano amostral tomou a população de 29.169 habitantes (IBGE/2010), nível de confiança de 95% e amostra mínima de 387, tendo sido aplicados 419 questionários (49 itens) entre 11 e 22/06/2019. O bairro possui 36 setores censitários; 18 (50%) foram selecionados por critérios espaciais/geomorfológicos (relevo, tipologia, infraestrutura etc.), com substituições pontuais por risco de segurança (áreas sob controle do tráfico), definidas em campo com apoio das lideranças comunitárias, que também facilitaram o acesso aos pontos de maior fluxo de moradores. Os formulários foram digitados e tabulados no EpiInfo v7.
Delimitação espacial (mapa de localização do bairro, limites, extensão)
O bairro de Lobato, a baía de Itapagipe e o seu entorno, é uma das mais antigas áreas ocupadas da cidade de Salvador. Região de importância histórica, cultural, ambiental, econômica e social, vem sendo palco de um crescimento urbano desordenado, o que acarretou em uma série de problemas ambientais e de saúde humana.

Figura 1 – Bairros que compõem a Cidade Baixa
Fonte: CONDER (2016).
Contexto histórico
O bairro do Lobato, com 24.691 habitantes (1,01% da população de Salvador), está localizado no Subúrbio Ferroviário, na Cidade Baixa (Santos, 2010). O processo de ocupação do Lobato se intensificou a partir de 1850 com a implantação da estrada de ferro Calçada-Paripe, que trouxe infraestrutura e impulsionou o comércio (Regis, 2007), a qual também favoreceu a instalação da Fábrica de Tecidos São Brás, que contribuiu para a formação da Vila Operária.
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O nome do bairro é uma homenagem ao escritor Monteiro Lobato, um ativista pela exploração de petróleo no Brasil. A descoberta do primeiro poço de petróleo do país na região, em 21 de janeiro de 1939, marcou o bairro de forma definitiva.
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Ademais, a construção da Avenida Afrânio Peixoto (Avenida Suburbana) em 1971, ao longo da linha férrea, e o deslocamento de famílias de áreas como os Alagados, na década de 1970, intensificaram a ocupação de forma desordenada, com loteamentos regulares e irregulares e invasões (Regis, 2007).
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O Lobato é, portanto, um bairro que reflete a complexidade do crescimento das periferias urbanas de Salvador, com problemas urbanos e ambientais decorrentes de um crescimento sem planejamento.
Aspectos Ambientais
O bairro do Lobato, localizado na Cidade Baixa de Salvador, está inserido na Baía de Itapagipe, que faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA) Baía de Todos os Santos. Apesar da proteção oficial, a Baía de Itapagipe é a mais impactada negativamente, com um histórico de contaminação por esgotos domésticos, indústrias e lixões, que contribuíram para a presença de metais pesados e outras substâncias tóxicas nos sedimentos (IMA, 2004).
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Estudos do Instituto do Meio Ambiente (IMA, 2004) constataram altos níveis de metais como chumbo, zinco e mercúrio na baía de Itapagipe. O chumbo é associado a efluentes de indústrias têxteis, enquanto o zinco está presente no esgoto doméstico. O mercúrio, mesmo após o encerramento das atividades da Companhia Química do Recôncavo (QCR), ainda apresenta altas concentrações (IMA, 2004). Essa contaminação química e a eutrofização dos corpos d'água causaram alterações significativas na fauna bentônica (IMA, 2004).
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No próprio bairro, a presença de esgoto bruto, lixo e resíduos de embarcações em áreas como a Cabaceira do Sul, Jardim Lobato e a Prainha do Lobato, contribuem para um ambiente insalubre e com alto grau de eutrofização. A Prainha, em particular, não possui manguezais e sofre com o lançamento de esgoto, impactando o uso da praia pela população. Uma matriz de impacto ambiental aplicada em cinco estações do bairro (próximo à Av. Afrânio Peixoto, Colégio Militar, Memorial da Petrobrás, Fábrica Bom Brasil e a Prainha) mostrou altos níveis de degradação do ar (poluição sonora e visual) e da água, assim como alterações na qualidade da paisagem e redução da biodiversidade.
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O Lobato sofreu uma redução de 34% em sua área verde entre 2001 e 2009 (CONDER, 2016). O bairro integra a bacia de drenagem de Itapagipe, onde o rio Camurujipe, que já foi fonte de abastecimento, hoje é um receptor de esgoto sanitário (SANTOS et all, 2010). No entanto, nas proximidades da represa da Prata, há uma área de recuperação com remanescentes de florestas, que contribuem para a formação das bacias do Rio Camurujipe e do Rio do Cobre (SANTOS et all, 2010).
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O clima do bairro, inserido no de Salvador, é tropical quente e úmido. A alta impermeabilidade do solo e a falta de vegetação em algumas áreas impactam o microclima, mas a proximidade com a baía de Itapagipe contribui para a umidade e a ventilação do ar no local.
Aspectos sociodemográficos: População e domicílio (apenas tabelas)
O Lobato é o segundo bairro mais populoso da Cidade Baixa de Salvador, com 29.169 habitantes em 2010 (IBGE, 2010). A população do bairro cresceu 16,5% entre 1991 e 2000, mas teve um pequeno decréscimo de 3% na década seguinte. Em termos de gênero, a proporção é semelhante à de Salvador: 53% mulheres e 47% homens.
A maior parte da população do Lobato tem entre 20 e 49 anos (51,09%), mas dados indicam um envelhecimento da população, com um aumento percentual nas faixas etárias acima de 50 anos e uma diminuição nas faixas mais jovens, de 0 a 9 anos (CONDER, 2016).

Tabela 1 – População total residente por faixas etárias segundo os bairros do município de Salvador
Fonte: IBGE (2010) apud CONDER (2016).
Aspectos econômicos (turismo, comércio e serviços, condições de centralidade, etc.)
A configuração atual do comércio e serviços no bairro do Lobato é compreendida a partir da sua formação, com a expansão do subúrbio ferroviário e a implantação de loteamentos populares, destacando as desigualdades socioeconômicas da península itapagipana nos anos 80 (Vasconcelos, 2006).
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A renda dos moradores do Lobato é um fator que o caracteriza como um centro de ordem inferior (Bradford, 1987), com menor número de funções, pois os bens e serviços de maior sofisticação não se alinham com a realidade econômica local. Isso faz com que os moradores se desloquem para outros centros de ordem superior. O bairro se encaixa no circuito inferior da economia urbana de Santos (1979), caracterizado por atividades de menor porte e modernização, como comércio varejista, serviços não modernos e artesanato, em contraste com o circuito superior, que engloba indústria urbana, bancos e tecnologia de ponta.
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O comércio formal do Lobato se concentra principalmente na Av. Afrânio Peixoto, com lojas de alimentos, utilidades domésticas, autopeças e materiais de construção. Outras áreas, como a Rua Aterro do Joanes, também têm concentração de comércios. Em geral, a variedade de estabelecimentos é grande, mas de pequeno porte. Os serviços também são modestos e distribuídos pelo bairro, com oficinas mecânicas, conserto de eletrônicos, salões de beleza etc. A Salvador Marina é um empreendimento de destaque na orla, mas seus usuários não são moradores do bairro.
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O comércio informal é predominante na paisagem urbana, especialmente na Rua Aterro do Joanes, com a venda de hortifrutis. O texto também menciona a "feira do rolo" na Baixa do Fiscal, que é um local de escambo (Régis, 2007, p. 73) e deu origem a "ferros-velhos" ao longo da Av. Afrânio Peixoto.
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Uma pesquisa com 419 moradores do bairro mostrou que 42% se declaram "totalmente satisfeitos" com a oferta de estabelecimentos comerciais, sendo que a satisfação está diretamente ligada à capacidade de compra. No entanto, 98% dos entrevistados afirmaram que precisam se deslocar para outros bairros para obter bens e serviços que não existem no Lobato, como os serviços bancários. Os bairros mais procurados para serviços bancários são Calçada (76%), Comércio (9%) e Periperi (2%), entre outros.
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A indústria no Lobato teve início na década de 30, com a descoberta do petróleo na Rua do Amparo. Na década de 50, a SANBRA (Sociedade Algodoeira do Nordeste Brasileiro) inaugurou o Parque Industrial de Lobato para processar mamona e produzir óleo para exportação e farelo para o mercado interno (Fundação Bunge, 1993). A fábrica se tornou um sucesso e, posteriormente, foi comprada e renomeada para Bom Brasil Óleo de Mamona, empregando exclusivamente moradores do bairro, com cerca de 450 funcionários no final dos anos 80, até encerrar as atividades em 2014.
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Em um estudo de Régis (2007), apenas a Bom Brasil, a SPUMA-CAR e a StartPlast foram identificadas. O texto atual, no entanto, constata que apenas a Starplast (fabricante de capacetes) continua em funcionamento, e identifica a presença da POLIPOR, que produz isopor para a construção civil.
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A comunidade do Lobato identifica a capoeira (59%) e o marco zero do petróleo (21%) como os principais elementos turísticos ou culturais do bairro. Embora a orla tenha potencial para esportes náuticos, sua baía é contaminada por esgoto e metais pesados, sendo usada principalmente para atracar embarcações de pesca. Além disso, os altos índices de criminalidade e a falta de infraestrutura de lazer (como bares e restaurantes) são impeditivos para o turismo. O memorial do marco zero do petróleo, um dos destaques, encontra-se em estado de abandono, sem manutenção.
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Há um projeto da Prefeitura Municipal de Salvador para transformar a área da antiga fábrica de óleo de mamona em um complexo náutico (Terminal Náutico), com uma marina e um empreendimento imobiliário. No entanto, o texto ressalta que não há prazos definidos para a implantação desse projeto.
Espaços de representatividade (ongs, associações, representações diversas...)
O Lobato integra a Prefeitura-Bairro Cidade Baixa e entre os 14 bairros atendidos, o Lobato tem a maior área e a 2ª maior população, o que orienta o dimensionamento de serviços. Enquanto no plano comunitário, o bairro apresenta forte tecido associativo (associações de moradores, cultura, cooperativas e igrejas) que media demandas e supre lacunas públicas. Destacam-se: Associação Joanes Leste (creche, reforço, esporte), Associação de Pescadores, Caravana Cultural dos Alagados (assistência jurídica e social, rádio comunitária, mobilização), Grupo Siloé (cultura e cursos), além de cooperativas (com presença irregular) e ampla diversidade religiosa (católica, múltiplas evangélicas e matriz africana).
Esse mosaico reforça o pertencimento local e a capacidade de organização para pautar infraestrutura, segurança e serviços. Em síntese: a governança no Lobato resulta da combinação entre descentralização municipal e capital social comunitário, com avanços na oferta de serviços, mas ainda com gaps informacionais e operacionais em áreas específicas.
Mobilidade urbana (sistema viário, linhas de ônibus, caminhabilidade etc.)
O bairro do Lobato é atravessado pela Avenida Afrânio Peixoto, conhecida como Avenida Suburbana, uma via arterial de aproximadamente 16 quilômetros que conecta a Cidade Baixa aos bairros do Subúrbio Ferroviário, configurando-se como um dos principais eixos estruturantes da mobilidade em Salvador. Construída na década de 1970, a avenida impulsionou o crescimento urbano da região (Salvador, 2007). Após ser classificada entre as piores do país em condições de calçadas e registrar altos índices de acidentes, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade, iniciou em 2015 um conjunto de intervenções com foco em segurança e fluidez do trânsito. As ações incluíram a instalação de redutores de velocidade, recuos para ônibus, ciclovia e faixas de pedestres elevadas, resultando na redução de cerca de 60% das mortes e de quase 50% dos acidentes em 2016 (Transalvador, 2016).
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Paralelamente, o bairro vem sendo incluído em importantes projetos de mobilidade. Entre eles, destaca-se a Linha Azul, sob responsabilidade do Governo do Estado, que pretende interligar as orlas de Patamares e Lobato, conectando a Avenida Pinto de Aguiar à Gal Costa e à ligação Pirajá–Lobato, com cerca de 12 quilômetros de extensão. Outro projeto relevante é o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), planejado para substituir o sistema ferroviário entre Calçada e Paripe, com trajeto de 20 quilômetros, 22 estações e integração com o metrô no Acesso Norte, promovendo transporte limpo e eficiente (SEDUR, 2019).
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De acordo com o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU, 2008), o Lobato será atendido por dois corredores de transporte de média capacidade, o VLT do Subúrbio e uma linha urbana sobre pneus, além de dois terminais de integração e conexão com a linha náutica em Plataforma. Apesar das melhorias e dos projetos em andamento, os dados da pesquisa de campo de 2019 revelam uma população dividida quanto à satisfação com o sistema de transporte público: 50,61% dos entrevistados declararam-se insatisfeitos.
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Atualmente, apenas quatro linhas de ônibus atendem ao bairro, sendo que duas têm ponto de partida no Lobato (MeuBuzu, 2019), além da linha de trem que o conecta a dez estações entre Calçada e Paripe. O bairro também integra um corredor secundário de transporte de cargas, com previsão de se tornar corredor primário, reforçando seu papel estratégico na logística da cidade. Assim, o sistema viário do Lobato, embora fundamental para a integração urbana, ainda enfrenta desafios de oferta e qualidade no transporte coletivo.
Infraestrutura social (educação, saúde, segurança púbica, esporte, lazer e habitação)
A infraestrutura urbano-social do Lobato revela avanços e lacunas em educação, saúde, segurança, lazer e habitação. Na educação, embora a Constituição reconheça o ensino como direito de todos e dever do Estado (Brasil, 1988), o bairro ainda tinha, em 2010, 6,41% de moradores com 15 anos ou mais não alfabetizados, percentual maior que Salvador e que a média da Prefeitura-Bairro Cidade Baixa; entre os responsáveis por domicílio, o índice caiu de 20,7% (1991) para 8,05% (2010), mas segue acima das referências (IBGE, 2010; CONDER, 2016). A rede municipal soma 11 escolas com cerca de 3,3 mil vagas e múltiplas etapas de ensino, enquanto a rede estadual atende pouco mais de 3 mil alunos, incluindo oferta profissionalizante; a percepção dos moradores sobre escolas e creches é equilibrada entre satisfeitos e insatisfeitos, com variações por gênero e escolaridade (Salvador, 2019).
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Na saúde, o território conta com quatro Unidades de Saúde da Família, com cuidados básicos, vacinação, odontologia e dispensação de medicamentos, mas não dispõe de UPA no bairro; a avaliação do serviço é dividida, com 36% totalmente insatisfeitos e 51% somando satisfeitos, muito satisfeitos e totalmente satisfeitos, sinalizando cobertura presente porém aquém das expectativas, sobretudo para urgência e emergência (Brasil, 2000; elaboração própria, 2019).
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A segurança pública aparece como ponto crítico: 60,64% dos entrevistados não se sentem seguros; apesar de queda de homicídios em 2018 frente a 2017, o padrão histórico é elevado e concentra vítimas homens e jovens, especialmente de 15 a 19 anos (Correio, 2019; SSP-BA, 2014-2018).
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Em esporte e lazer, a maioria não identifica opções adequadas no bairro; as referências mais citadas são uma praça e um campo/quadra na Aterro do Joanes, enquanto a praia local quase não é usada (apenas 10%), em razão de barreiras físicas, conflitos de uso, escassez de equipamentos e passivos ambientais como esgoto in natura, resíduos e manutenção de embarcações na faixa de areia, o que desloca a demanda para bairros vizinhos como Ribeira e Boa Viagem.
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Na habitação, o Lobato contabilizava 9.142 domicílios em 2010, com alto peso de aglomerados subnormais (57,18% na prefeitura-bairro) e predominância de moradias próprias (81,48%), ainda que com desigualdades infraestruturais; a cobertura de água, esgoto e coleta de lixo era, respectivamente, 99,27%, 90,01% e 96,83%, e o bairro integra a política de ZEIS, com renda média baixa entre os responsáveis (IBGE, 2010; Salvador, 2008; CONDER, 2016).
Patrimônio Histórico Cultural
No Lobato, destacam-se marcos materiais e simbólicos que compõem esse acervo, com ênfase para o primeiro poço de petróleo do Brasil, perfurado em 1939, cujo valor histórico permanece vivo no imaginário local e é reconhecido por grande parte dos moradores, e para a Igreja Nossa Senhora das Dores, referência religiosa e de sociabilidade. Soma-se a isso o patrimônio paisagístico da orla voltada à baía de Itapagipe, cuja ambiência natural favorece contemplação e potencial turístico.
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Apesar desses ativos, a produção e difusão de conhecimento sobre o tema são escassas e faltam políticas de valorização e programas continuados. Qualquer proposta de preservação e revitalização deve priorizar a participação dos moradores, fortalecendo vínculos afetivos e usos sociais, e considerar as dinâmicas políticas, econômicas e urbanas contemporâneas para que a proteção do patrimônio se converta em identidade viva e em oportunidades de desenvolvimento local.
Percepção dos moradores (gráficos da pesquisa de campo)
Texto Aqui
Referências
CONDER. Painel de informações: dados socioeconômicos do município de Salvador por bairros e prefeituras-bairro /Sistema de Informações Geográficas Urbanas do Estado da Bahia (INFORMS - Organizador). 5a ed. Salvador: CONDER/ INFORMS, 2016.
IMA Instituto do Meio Ambiente. Diagnóstico do Grau de Contaminação da Baía de Todos os Santos por Metais Pesados e Hidrocarbonetos de Petróleo a partir Análise das suas Concentrações nos Sedimentos de Fundo e na Biota Associada. Consórcio BTS Hydros CH2M Hill/SEDUR/SEMARH/CRA/BID. Relatório final 4v, Salvador, 2004.
REGIS, Imaira Santa Rita, Lobato e Paripe no contexto da Avenida Suburbana: Uma análise socioespacial. 2007. 178 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2007.
SANTOS, E. et al. O Caminho das Águas em Salvador: Bacias Hidrográficas, Bairros e Fontes. Salvador: CIAGS/UFBA; SEMA, 2010.
SANTOS, Elisabete; PINHO José Antônio Gomes de; MORAES, Luiz Roberto Santos; FISCHER Tânia, organizadores. O Caminho das Águas em Salvador: Bacias Hidrográficas, Bairros e Fontes. Salvador: CIAGS/UFBA; SEMA, 2010. 486p.
SANTOS, Milton. O espaço dividido. Os dois circuitos da economia urbana dos países subdesenvolvidos. Rio de Janeiro: F. Alves, 1979.
VASCONCELOS, Pedro de Almeida. Pobreza urbana e a formação de bairros populares em Salvador na longa duração. In: GEOUSP- Espaço e tempo. São Paulo: Editora da USP. N° 20, p. 19-30, 2006.
