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Imbuí

Notas metodológicas (amostra, quantidades utilizadas)

O objetivo deste trabalho, que é o de avaliar nos planos socioeconômico, geográfico e ambiental a dimensão atual e, frente a esse contexto, sugerir aspectos prioritários para as perspectivas futuras da ocupação urbana do território do bairro do Imbuí. 

Para o alcance deste objetivo, utilizou-se, metodologicamente, a pesquisa bibliográfica, incluindo, essencialmente, a análise de produções científicas, documentos oficiais, de legislação, sites de entidades, visando melhor compreensão a respeito do bairro e sua dinâmica. Utilizou-se, também, de uma vasta pesquisa documental, recorrendo a dados da CONDER, IBGE, Prefeitura-Bairro, Órgãos oficiais, Secretaria de Educação e mídias sociais do bairro. Ademais, utilizou-se o procedimento de observação, nas caminhadas de reconhecimento feitas no Imbuí, bem como nas conversas informais tidas com moradores e representantes de associações e organizações do bairro. 

Delimitação espacial (mapa de localização do bairro, limites, extensão)

O Imbuí, bairro do município de Salvador, na Bahia, unidade territorial de análise para este estudo, possui uma ocupação essencialmente verticalizada. No Mapa 1, pode-se visualizar onde está situado o bairro dentro do município de Salvador. É vizinho aos bairros Boca do Rio, Narandiba e está localizado próximo aos bairros de Patamares, STIEP e Costa Azul. 

Mapa 1 – Localização do bairro Imbuí no município de Salvador-Bahia 

Fonte: Araújo et al. (2022). 

Contexto histórico

O bairro do Imbuí, em Salvador, é uma unidade territorial essencialmente verticalizada que se consolidou a partir da década de 1970. Sua origem está intimamente ligada à construção do Centro Administrativo da Bahia (CAB), projetado para descentralizar o governo estadual e criar uma centralidade na cidade (Mello; Nascimento, 2009).

 

Inicialmente conhecido como Bolandeiras, o bairro começou a ser habitado com a construção de conjuntos habitacionais, como o Guilherme Marback, destinado a funcionários públicos, e o Rio das Pedras, inaugurado em 1978. A expansão do bairro foi impulsionada pela abertura da Avenida Luís Viana Filho (Avenida Paralela), que conectou a região a pontos estratégicos da cidade, como o aeroporto e o CAB.

A partir dos anos 90, o bairro, antes predominantemente residencial, passou por uma grande transformação, com o surgimento de empreendimentos comerciais e de serviços, como shopping centers, bancos e instituições de ensino, além de comércio informal (Souza, 2012). Embora sua ocupação seja majoritariamente formal, o Imbuí também possui áreas de ocupação informal, como a "Invasão do Bate Facho" (Souza, 2012).

No final dos anos 2000, o Rio das Pedras, que cortava a Avenida Jorge Amado (a principal do bairro), foi canalizado e coberto, dando origem à "Praça do Imbuí", um polo de bares e quiosques. O Imbuí, cercado pela Avenida Paralela e pela Boca do Rio, é um dos bairros que se configuraram com o crescimento metropolitano de Salvador a partir da segunda metade do século XX.

A palavra "Imbuí" tem origem indígena, do tupi, e pode significar "rio do imbu" ou "rio das cobras" (Sampaio, 1987). A região, antes de ser urbanizada, era caracterizada por dunas, mata e áreas verdes, que foram gradualmente destruídas com a construção dos edifícios (Brígido, 1991 apud Souza, 2012). Oficialmente, o Imbuí só foi reconhecido como bairro de Salvador em 2017, com a Lei Nº 9.278 (Salvador, 2017). 

Aspectos Ambientais

O Imbuí, um bairro de Salvador, apresenta características ambientais distintas, que incluem clima, hidrografia e relevo, e que refletem os desafios de uma área em constante crescimento.

 

O clima de Salvador, e por extensão do Imbuí, é tropical chuvoso sem estação seca (INMET, 2022). A temperatura média anual é superior a 24,2°C, com uma pluviosidade anual de aproximadamente 1.400mm, concentrada principalmente entre março e agosto (INMET, 2022). 

O crescimento desordenado da cidade tornou Salvador vulnerável às mudanças climáticas, com a ocorrência de inundações, ondas de calor e deslizamentos (PBMC, 2016). A impermeabilização de rios no bairro, como o Rio das Pedras, contribui para o aumento da temperatura local e para o risco de alagamentos, demonstrando uma afronta à gestão ambiental. 

No que toca a hidrografia, o bairro é cortado pelo Rio das Pedras, também conhecido como Rio Cascão, que é formado por outros rios menores. Em grande parte do seu percurso pelo bairro, o rio foi canalizado e encapsulado (Neves; Cunha, 2009). Essa prática, que visa controlar enchentes, destrói a vegetação nativa das margens e cria um ambiente propício para a proliferação de pragas, além de transferir os alagamentos para outras áreas. A qualidade da água do Rio das Pedras é considerada "Péssima" ou "Ruim" em várias estações de monitoramento (Ana, 2022), indicando uma poluição significativa.  

O bairro abriga ainda a Estação de Condicionamento Prévio do Imbuí (ECP), que faz parte do Sistema de Disposição Oceânica do Jaguaribe (SDOJ). Esse sistema trata o esgoto de parte da cidade, contribuindo para a melhoria da balneabilidade das praias e da qualidade dos mananciais (BRK Ambiental, 2022). A presença da Barragem de Pituaçu a montante do bairro, com um plano de emergência para casos de risco de colapso, também é um fator importante na hidrografia local (Embasa, 2022). 

A geomorfologia do é caracterizada por terrenos planos e de cotas baixas, com poucas áreas mais elevadas (Topographic-map, 2022). Essa característica, combinada com a impermeabilização do solo, torna o bairro vulnerável a inundações e alagamentos, especialmente em áreas de baixa altitude como a Invasão do Bate-facho, que apresenta um alto risco de inundação (Serviço Geológico do Brasil, 2022). 

Um estudo recente (QUALISalvador, 2021) classificou o Imbuí na categoria de qualidade urbana "Muito boa", estando entre os 19 melhores bairros de Salvador (Santos et al., 2022). Apesar disso, o bairro enfrenta desafios significativos em relação às áreas verdes. A cobertura vegetal do Imbuí, de 25,7% em 2009, é inferior à de Salvador como um todo (CONDER, 2016) e ao mínimo de 30% recomendado por especialistas. No entanto, o bairro ainda possui um fragmento importante de Mata Atlântica, a Mata do Cascão, localizada na área do 19º Batalhão de Caçadores do Exército, que contribui para a qualidade do ar e o controle da erosão (Santos, 2009). 

Aspectos sociodemográficos: População e domicílio (apenas tabelas)

Mapa 3 – Distribuição percentual da população por setor censitário, 2010

Fonte: Araújo et al. (2022). 

A população do Imbuí, um dos bairros mais populosos da prefeitura-bairro IV em Salvador, apresentou um crescimento significativo, com 26.540 habitantes em 2010 (IBGE, 2010). A densidade demográfica do bairro cresceu 63,16% entre 1991 e 2010, um ritmo mais acelerado que o de Salvador como um todo, o que aponta para a intensa ocupação e verticalização das edificações. 

Aspectos econômicos (turismo, comércio e serviços, condições de centralidade, etc.)

A economia do bairro do Imbuí é predominantemente baseada em comércio e serviços. Originalmente, o bairro era estritamente residencial (Souza, 2012), dependendo de outros bairros para suprir suas necessidades. No entanto, a construção da Avenida Jorge Amado na década de 80 impulsionou a urbanização e o desenvolvimento econômico, atraindo empreendimentos imobiliários e, na década seguinte, uma vasta oferta de estabelecimentos comerciais e serviços (Souza, 2012).

A partir dos anos 90, o Imbuí passou a contar com uma variedade de empreendimentos formais, como o Centro Comercial Imbuí, farmácias, bancos e escolas, o que conferiu ao bairro uma notável independência. Simultaneamente, o comércio informal se estabeleceu, com barracas de revistas, uma feira livre aos sábados e vendedores de rua. Um projeto de saneamento no final da década de 2000, que cobriu o Rio das Pedras, resultou na criação da "Praça do Imbuí", um polo de entretenimento com 20 bares e quiosques, além de áreas de lazer como pistas de corrida e quadras esportivas (Souza, 2012).

Em 2011, a maioria dos imóveis do bairro (91,38%) era residencial, seguida por 5,52% de imóveis comerciais (Souza, 2012). A convivência entre o comércio formal e o informal é um paradoxo visível nas ruas do Imbuí, onde quiosques de rua e feirantes convivem com shoppings e supermercados. Uma nova iniciativa, a Vila Gourmet do Imbuí, busca organizar o comércio de food trucks da região, oferecendo diversas opções gastronômicas.

De acordo com a definição da Organização Mundial do Turismo (ONU; OMT, 1999 apud Pakamn, 2014), o Imbuí não pode ser considerado um destino turístico tradicional. Não há meios de hospedagem, atrativos históricos, museus ou parques que atraiam visitantes de outras localidades. No entanto, o bairro é um polo de lazer local, conhecido por seus bares e restaurantes que atraem moradores de outras partes da cidade. A infraestrutura de lazer do bairro também sedia eventos e celebrações, reforçando sua vocação como um centro de entretenimento gastronômico. 

Espaços de representatividade (ongs, associações, representações diversas...)

Do ponto de vista da gestão pública, a Lei nº 8.376/2012 reorganizou Salvador em 10 Prefeituras-Bairro (PB); o Imbuí passou a integrar a PB IV Itapuã/Ipitanga, com sede na Av. Dorival Caymmi (Itapuã), criada para aproximar os serviços municipais do cidadão. 

O tecido comunitário é vigoroso, com associações como a Associação Comunitária Marback e Imbuí (ASCOMI) e a Associação de Moradores de Condomínios do Imbuí (AMCI), ambas de gestão voluntária, além das iniciativas do Residencial Vivendas do Imbuí, que utiliza redes sociais para resgatar a história local e conectar serviços. No campo religioso, destacam-se o Santuário Nossa Senhora da Conceição Aparecida, com forte presença digital e atuação da Pastoral Social, os centros espíritas Casa de Cura Coração de Maria e Grupo Luz, Amor e Caridade, e igrejas presbiteriana, missionária e batista. 

 

Também ganha relevo o movimento de hortas urbanas em condomínios, como a Horta Urbana do Imbuí e experiências no Vivendas do Imbuí, Moradas do Bosque, Moradas do Alto e Vila Anaiti, que mobiliza voluntários, destina a colheita a ações de caridade e dinamiza um mercado informal ligado ao bem-estar e a produtos eco conscientes. Como nota cultural, o Museu de Ciência e Tecnologia, na Av. Jorge Amado, permanece fechado desde 2010. No âmbito trabalhista, não há organizações sindicais identificadas no bairro. 

Mobilidade urbana (sistema viário, linhas de ônibus, caminhabilidade etc.)

O bairro do Imbuí apresenta boas condições de centralidade e mobilidade, sendo atendido por uma ampla rede de transporte público. São cerca de vinte linhas de ônibus, incluindo as que circulam pela Avenida Paralela, garantindo conexão com diversas regiões de Salvador, como o centro, a Pituba, Cajazeiras, o Subúrbio e o aeroporto (SEMOB, 2022). Além disso, o metrô, por meio da Estação Imbuí da Linha 2, localizada na Avenida Luiz Viana Filho, oferece deslocamento rápido tanto para o centro quanto para o aeroporto, com infraestrutura moderna e acessível. O sistema metroviário integra-se aos ônibus urbanos, metropolitanos e complementares, permitindo o uso de tarifa unificada por meio do Metropasse ou Salvador Card. O bairro conta ainda com seis pontos de táxi distribuídos em locais estratégicos.

Apesar dessa boa oferta de transporte, a caminhabilidade ainda necessita de melhorias. Embora o Imbuí seja um bairro de forte presença de pedestres, alguns trechos apresentam calçadas em más condições, problemas de segurança viária e ocupação informal do espaço público. Esses fatores limitam o conforto e a segurança dos deslocamentos a pé, revelando a necessidade de maior atenção à infraestrutura urbana voltada ao pedestre. 

Infraestrutura social (educação, saúde, segurança púbica, esporte, lazer e habitação)

A infraestrutura urbano-social do Imbuí articula serviços e equipamentos distribuídos entre o próprio bairro e o entorno imediato, especialmente Boca do Rio e a Paralela. O território combina oferta educacional, rede de saúde, atividades culturais e de lazer, abastecimento de água plenamente atendido, estruturas de segurança pública e um parque habitacional predominantemente verticalizado, com forte uso de mídias sociais para organizar e divulgar serviços e eventos locais. 

 

Educação 

O bairro dispõe de equipamentos públicos e privados em todos os níveis, com uso compartilhado com áreas vizinhas. No Imbuí há uma escola municipal de educação infantil, Centro Municipal De Educacao Infantil Uniao Da Boca Do Rio (CMEI). No ensino superior, o Imbuí abriga unidades da UNEB e do IFBA e, nas proximidades, a Paralela reúne diversas da rede privada (SMED, 2022). 

 

Saúde 

Inserido no Distrito Sanitário Boca do Rio, que atende cerca de 121,8 mil habitantes, o território conta com quatro unidades básicas e quatro especializadas. A rede oferece atenção a crônicas, saúde bucal, da criança e da mulher, vacinação e outros serviços, e foi reforçada, em junho de 2022, por uma base descentralizada do SAMU na Boca do Rio, com ambulâncias de suporte básico e avançado e motolâncias. Complementam a oferta cinco laboratórios privados de análises clínicas no bairro (SMS, 2022).  

 

Segurança pública 

 
 

Regido pelos marcos constitucionais federal e estadual, o Imbuí integra a RISP Atlântico e a AISP 09, junto com Costa Azul, Stiep, Pituaçu, Boca do Rio e Jardim Armação. Entre janeiro e março de 2022, registraram-se sete homicídios dolosos/Crimes Violentos Letais Intencionais na AISP 09, sem ocorrências de feminicídio ou latrocínio no período. O policiamento é feito pela 39ª CIPM e a investigação pela 9ª Delegacia Territorial, mas persistem, historicamente, relatos de sensação de insegurança por parte dos moradores (Bahia, 2020; SSP-BA, 2022). 

 

Esporte e lazer 

A canalização do rio e a conformação da Praça do Imbuí criaram um eixo de lazer com pistas de corrida, ciclovia, skate, equipamentos de ginástica, quadras e quiosques, palco de feiras e eventos frequentes. Em 2021 foi inaugurado o Vila Gourmet do Imbuí, com nove quiosques e brinquedos infantis; o bairro também abriga sete pequenos shoppings e uma rede ativa de divulgação em redes sociais. Há grupos organizados de ciclismo, atividades comunitárias como pilates gratuito e ampla oferta de academias e boxes de treino. 

 

Habitação 

Predominam prédios e condomínios fechados, coexistindo com áreas de ocupação e vulnerabilidade, como o Bate Facho, sujeito a alagamentos. A análise do habitat urbano local abrange tipologias construídas, de resíduos, verdes e aquáticas, evidenciando mosaico de usos e ecologias. Entre 1991 e 2010, caiu a proporção de imóveis próprios em todas as escalas analisadas; ainda assim, o Imbuí mantém percentual de proprietários acima da média da PB IV e menor participação de imóveis cedidos do que a prefeitura-bairro e o município. 

Patrimônio Histórico Cultural

Salvador abriga inúmeros patrimônios históricos que datam desde o século XVI, como as antigas Igrejas da Graça e da Vitória, além de conventos, fontes, chafarizes, monumentos e cemitérios que compõem a memória da cidade.

No caso do Imbuí, ainda não existem bens materiais ou imateriais oficialmente tombados como patrimônio histórico ou cultural. Entretanto, destacam-se dois elementos de relevância simbólica que poderiam receber esse reconhecimento: o monumento em homenagem ao escritor Jorge Amado e a Igreja de Nossa Senhora Aparecida. O monumento, inaugurado em 1985 e obra do artista Calasans Neto, está localizado na Praça do Imbuí e representa, em três partes, o crescimento, o reconhecimento mundial e o legado literário do autor. Apesar de restaurado em 2014, o monumento apresenta sinais de deterioração e perda de sua placa original. 

Já a Igreja de Nossa Senhora Aparecida, construída a partir de 1988 e concluída nos anos 2000, é a única em Salvador dedicada à padroeira do Brasil. Originada de encontros religiosos realizados por moradores, tornou-se um importante centro de fé e peregrinação, sendo elevada à condição de Santuário em 2017, ano do jubileu dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Atualmente, o Santuário mantém ativa presença nas redes sociais, com mais de 15 mil seguidores, o que evidencia sua influência para além dos limites do bairro (Santuário, 2022). 

Percepção dos moradores (gráficos da pesquisa de campo)

Não há, no arquivo disponibilizado, essa seção.

Referências

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INMET: INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. [Portal Institucional]. 2022.  Disponível em: https://portal.inmet.gov.br/ Acesso em: 20 abr. 2022. 

 

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